Na nossa bancada, a geocélula chega como um painel de polietileno de alta densidade, expandido em forma de colmeia. O processo começa com a abertura do material sobre o solo preparado, seguido da fixação com estacas metálicas e preenchimento com agregado granular ou concreto. Para terrenos de baixa capacidade de suporte, comuns em áreas de várzea da capital, esse sistema distribui cargas e controla erosão. Em São Paulo, aplicamos geocélulas em acessos de obras e pátios de manobra, onde o tráfego de caminhões exige base estável. Antes de definir a malha, fazemos um ensaio de placa de carga para calibrar o módulo de reação do subleito. O resultado é uma camada confinada que resiste a deformações e reduz a espessura de revestimento.

Geocélulas confinam o solo, distribuem cargas e controlam erosão em taludes e aterros de São Paulo.